Blsas da Europa fecham majoritariamente em alta com baixa de moedas locais

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As bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta nesta sexta-feira, 14, uma vez que o euro e a libra mais fracos em relação ao dólar ajudaram empresas exportadoras, além de menor preocupação com as tensões comerciais entre os EUA e a China, o que levou os investidores às compras. O índice Stoxx 600 subiu 0,35%, aos 377,85 pontos.

A bolsa de Londres terminou com ganho de 0,31%, aos 7.304,04 pontos; Paris subiu 0,46%, aos 5.352,57 pontos; Frankfurt teve alta de 0,57%, aos 12.124,33 pontos; Milão avançou 0,19%, aos 20.885,43 pontos; Madri acelerou 0,39%, aos 9.365,30 pontos; enquanto a bolsa de Lisboa caiu 0,56%, aos 5.285,32 pontos. Na semana, as bolsas Londres, Paris e Frankfurt terminaram com ganhos acumulados de 0,36%, 1,91% e 1,38%, respectivamente. Já Milão e Madri tiveram alta de 2,14% e 2,12, nesta ordem, enquanto Lisboa avançou 1,00%.

O bom humor veio desde ontem depois que o Ministério do Comércio da China confirmou que recebeu um convite dos Estados Unidos para retomar o diálogo sobre comércio. "Nós saudamos isso e os dois lados estão se comunicando sobre os detalhes", afirmou o porta-voz da pasta, Gao Feng, durante entrevista coletiva regular.

Diante disso, montadoras e mineradoras da Europa foram os setores que tiveram melhor desempenho, com ambos os segmentos subindo mais de 1%, o que contribuiu diretamente para as bolsas de Frankfurt e Londres.

O mercado recebeu também o dado de produção industrial chinesa, que subiu 6,1% em agosto na comparação anual, acima das expectativas dos economistas, de 6%, enquanto as vendas no varejo também superaram as previsões.

Analistas apontaram ainda que a avaliação relativamente otimista de quinta-feira do Banco Central Europeu continua a ajudar o sentimento.

Entre os destaques, a Investec teve o maior aumento do índice pan-europeu, com alta de 8,4%, após delinear os planos para desmembrar seus negócios de gestão de ativos.

Por outro lado, o setor de construção recuou depois que o presidente do Banco da Inglaterra, Mark Carney, alertou o governo do Reino Unido que uma saída do país da União Europeia sem acordo comercial poderia fazer com que os preços das casas caíssem em até 35%. Taylor Wimpey teve a principal queda do setor, com baixa de 0,4%.

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