Conheça a história de Márcio Corrêa Vaz

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Conheça a história de Márcio Corrêa Vaz
Foto: Edson Dias

Conheça a história de Márcio Corrêa Vaz


Apaixonado pela família, cristão e autêntico, Márcio Corrêa Vaz, santista de coração e empresário, foi um menino prodígio, que começou a trabalhar com radiadores aos 12 anos de idade, a pedido de seu pai e exerce a mesma profissão atualmente. Com 32 anos de carreira, Márcio hoje é proprietário da oficina Radiadores Cerquilho, onde desempenha o trabalho de manutenção de ar condicionado e o ofício exclusivo com radiadores. O empreendimento que tanto se orgulha, é construído por familiares, onde lado a lado oferecem com alegria o melhor para seus clientes.

Sobre o futuro, ele é categórico em dizer que se sente realizado por tudo que construiu e aos queridos amigos que adquiriu até hoje. Com carinho e brilho nos olhos, ele conta sua trajetória profissional em um bate-papo harmonioso e repleto de aprendizado.

1. Quando surgiu a ideia de se especializar em radiadores? Quem foi seu grande inspirador para escolher esta profissão?

Na verdade não foi uma ideia, quando eu estava com 12 anos, meu pai me disse: “Arrumei um trabalho para você!” e então comecei a trabalhar com radiadores na oficina de um amigo do meu pai, na cidade de Laranjal Paulista. Meu pai foi meu grande incentivador, pois foi ele que me apresentou essa profissão onde aprendi, me profissionalizei e sigo até hoje.

2. Há quanto tempo está no mercado de trabalho? Em quais cidades já trabalhou?

Estou no mercado de trabalho há 32 anos. Comecei quando era bem jovem e não parei mais! O início foi na cidade de Laranjal Paulista e fiquei lá até os meus 16 anos, depois trabalhei em Tietê também com radiador por mais três anos e após esse período retornei para Laranjal. Depois de um tempo surgiu uma oportunidade e vim para Cerquilho onde já estou há 14 anos.

3. Como foi o início da carreira e quais dificuldades enfrentou?

A minha principal dificuldade foi no aprendizado diário. Com 16 anos já comecei a fazer todos os trabalhos sozinhos, sem ajuda ou supervisão de outra pessoa. Meu trabalho começou num susto que se tornou uma surpresa boa, lembro de meu pai dizendo: “Você vai até lá, se ele não te pagar nada, pelo menos você aprende”, risos.

4. Você desempenha quais outros tipos de trabalho em sua oficina?

Além do trabalho com radiadores, faço a manutenção de ar condicionado, um trabalho que surgiu por acaso na oficina. Há 9 anos atrás, quando ainda estava trabalhando como empregado em Cerquilho, havia outro funcionário que trabalhava exclusivamente com o ar condicionado, porém chegou um momento em que ele saiu da oficina e deixou meu ex-chefe na mão, como eu já tinha grande experiência com radiadores e, devido à similaridade do trabalho entre radiadores e ar condicionado, comecei a desenvolver e aprender esta função também. Nesta mesma época, o dono da oficina me fez uma oferta de compra do seu negócio, comprei a oficina mantendo o mesmo trabalho que ele já oferecia.

5. Por ser um negócio familiar, como é o relacionamento entre vocês? Já teve outros funcionários que não eram da família?

A minha oficina possui três funcionários e todos fazem parte da minha família. Quem atualmente trabalha comigo é minha filha Márcia, meu genro Gadiego e o pai do meu genro Elizeu. Já tive funcionários que não tinham parentesco, porém não é a mesma coisa, gostamos de trabalhar em família. Antes eu trabalhava praticamente sozinho, depois veio o meu genro. Hoje somos uma empresa familiar, todo o meu apoio no trabalho vem deles, a força vem da minha esposa, que sempre está ao meu lado. No início quando ainda não trabalhávamos com o boleto, minha esposa Adriana era responsável por cobrar todos os clientes, após a normalização da oficina ela não trabalha mais, porém tem um papel importante nos apoiando diariamente.

6. Qual o seu maior orgulho depois de anos de trabalho?

O que mais me dá orgulho é a questão familiar, vendo tudo que conquistamos, o quanto crescemos e a nossa união que permanece em todos os dias. Sobre prosperidade e crescimento não ligo muito para isso, o que realmente me importa é a família.

7. Qual sua expectativa para o futuro da oficina?

Muitas pessoas me falam “Marcio, por que você não contrata mais pessoas para trabalhar com você? Você tem a chance de crescer!”, eu sempre respondo para elas, que prefiro trabalhar desta maneira, pois não adianta eu ter uma oficina lotada e não realizar um trabalho satisfatório. Eu prefiro fazer um trabalho bem feito, acompanhando todo o processo de perto e com a certeza que o carro vai embora e não vai voltar. O retorno que a oficina me proporciona hoje está ótimo para viver, não tenho ambição de crescer mais do que isso, para mim está excelente. Sinto-me realizado da maneira que está hoje.

8. A quem você atribui todo esse progresso e sua conquista até hoje?

Com certeza sou grato a minha esposa Adriana, por toda cumplicidade, por dar todas as forças para mim. Quando fui comprar a oficina, veio às dificuldades, as inseguranças, pensava comigo “Como vou comprar? Com que dinheiro?”, mas acreditava que como já estava trabalhando, a oficina já estava dando resultado e não tinha porque não investir. E a Adriana sempre me apoiou e ajudou principalmente nesta decisão. Só tenho que agradecer a Deus em primeiro lugar por tudo e a minha esposa que me dá forças até hoje.

Texto publicado na Revista Fique em Evidência - Edição 83 - Junho/Julho 2018, escrito por Luana Andrade. Fotos: Edson Dias.

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