BC avalia que frustração de expectativas sobre reformas pode elevar inflação

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A frustração no avanço esperado da agenda de reformas econômicas pode pressionar a inflação e, assim, reforçar um fator de risco para a política monetária no Brasil. A avaliação consta do comunicado divulgado pelo Comitê de Política Monetária (Copom) logo após a redução do juro básico da economia para 7% ao ano.

No documento, os diretores do BC citam que eventual revés na continuidade das reformas e ajustes na economia brasileira "pode afetar prêmios de risco e elevar a trajetória da inflação no horizonte relevante para a política monetária". Ou seja, uma derrota do governo no Congresso pode ter como consequência o aumento de preços, o que reduziria o espaço para uma política monetária expansionista.

O risco gerado por eventual revés na agenda de reforma seria intensificado, cita o comunicado, em caso de "reversão do corrente cenário externo favorável para economias emergentes".

Por outro lado, o comunicado também menciona dois riscos benignos para a inflação. Do lado positivo, o texto cita "possíveis efeitos secundários do choque favorável nos preços de alimentos e da inflação de bens industriais" que atualmente segue em patamares considerados baixos. Além disso, o possível risco de propagação inercial da baixa inflação recente "pode produzir trajetória prospectiva abaixo do esperado", cita o documento.

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